Falando em Turismo, me lembro de quando era criança que passava as férias na casa dos meus avós em Campos do Jordão, era privilegiado, pois morávamos em São José dos Campos e nos finais de semana e nas férias de Janeiro e Julho, passávamos trinta ou mais dias na casa da vovó, aquilo era um sonho, eles moravam no largo onde é o Teleférico da Cidade, meu avô era chefe da oficina mecânica dos bondes e morava na casa que a Estrada de Ferro Campos do Jordão fornecia aos seus funcionários, costumávamos chamar o local do Pátio da Estação, tínhamos muito espaço para brincar, vamos dizer dava uns 4 campo de futebol de área para correr, soltar pipas, jogar bola, andar de bicicleta e ainda tinha um laguinho onde tinha pedalinho, podíamos sempre quando queríamos subir o morro do elefante de cadeirinha, tomar água direto na fonte onde tem um elefantinho que saía agua super gelada, ainda existe, só não sei se água esta potável para consumo.
Ali era nosso quintal, ainda existia cedrinhos, pinheiros, grama, era a nossa terra do nunca, tínhamos liberdades de fazer o que gostávamos, lembro que nos finais de semana fora temporada lotava de onibus de turistas naquele largo da Estação, esses turistas eram conhecidos como farofeiro de um modo carinhoso, esse apelido era dado aos menos afortunados, que chegavam de madrugada na cidade levando tudo para se comer, tipo frango assado com farofa, torta, arroz, bolo e etc, tudo que se imaginava de gostoso era trazidos por aquelas pessoas, conhecemos muitas dessas pessoas, pois estavam sempre na porta da casa dos meus avós ficava de frente ao estacionamento, sempre existiam alguém querendo informação, tomar uma água, usar um banheiro, falando em banheiro, minha saudosa avó, foi a primeira a tomar conta do banheiro publico do Teleférico, um emprego digno para uma senhora batalhadora, que quando não estava no banheiro coordenando a limpeza, estava com seu carrinho de carro quente de baixo das árvores, fazendo seu tricô e ganhando seu dinheiro honestamente.
Tenho lembrança de quando os turistas estavam em Campos do Jordão, eles vibravam e amavam e cidade, aquele clima gostoso de frio, as coisas gostosas para se comer, as bebidas quentes para aquecer no frio da madrugada ou do sereno do dia, a cidade tinha um ar puro e existia a inocência do morador para explorar esse nicho, tudo era feito de forma caseira, sem exploração, pois as pessoas que ainda frequentavam a cidade na sua maioria era da classe média para baixo, é claro que sempre existiu as classes A e B que faziam a diferença para a cidade, pois dos poucos Restaurantes caros do Centro do Capivari, os hotéis de luxos e as mansões maravilhosas era o seu Glamour, era lindo ficar admirando essas coisas, os turistas da classe alta tinha jeito e comportamento diferentes, como falar, andar, se vestir, como gastar sem dó, os carros importados que ainda era coisa rara de se vê, tinha sim pessoas de muito poder aquisitivo, mas Campos tinha uma concentração enorme das Classe C, D, E, que gastavam muito, pois comia e bebiam dentro do seu padrão de vida. Onde quero chegar, é que desta forma a cidade era igual a mata atlântica enquanto você não mexe no habitat, você tem tudo a seu favor, a partir do momento que o homem chega com sua mania de grandeza, ganância e tecnologia, põe tudo a perder, e falo que a Cidade de Campos do Jordão já foi um local gostoso e prazeroso de ir passear, não que tenha ficado ruim, mas não é a mesma coisa, o crescimento chegou de forma desordenada e desorganizada, sem planejamento estratégico, e o seu foco deixou de capitalizar das classes emergentes que são as classes C,D e E, deixou de lado esses turistas, impondo regras de não entrar mais onibûs na cidade somente até o Portal, tem que ter um guia para cada onibûs, existe muito pouco locais para fornecer uma boa comida e bebida com preços justos e acessíveis, as atracções turísticas ficaram limitadas, pois os preços para se divertir fica salgado de demais para o pai de família com mais de dois filhos, não existe mais as charretinhas puxadas pelos bodes, onde as crianças adoravam, o bondinho era uma atracão de um outro mundo, todos que queriam passear de bondinho, chacoalhava muito, mais isso que era o gostoso, hoje tem que marcar com antecedência para se divertir no bondinho.
Tudo na cidade ficou bem menos acessível, pois o passeio em Campos na temporada de Julho é simplesmente para a atender ao luxo do povo da Capital, standers com carros ultra moderno, tecnologia de ponta, a calçada do Baden entupida de pessoas gastando rios de dinheiros, com petiscos e aperitivos que você come em qualquer bar ou boteco, um verdadeiro desfile de moda das melhores grifes do mundo, cada óculos escuro mais lindo que outro, filas para se comer nos melhores restaurantes da cidade, pagando uma fortuna para comer feijoada e bacalhau....
Só que todo esse luxo esta trazendo para a cidade de 50 mil habitantes no máximo, um caos, na temporada de Julho não existem onibus para atender os moradores da cidade, não se tem bondinho suficiente, custo de vida fica mais caro, o transito é o mesmo caótico da Capital, a poluição aumenta o consumo triplica e consequência triplica também os resíduos gerados, todos esse resíduos vai parar onde, nas encostas dos morros, nos rios e lagos, na vegetação serrana, nas duchas de água natural, rios de águas cinzenta de esgoto, parecido ao do rio tietê, na ducha de prata existem inúmeras garrafas pets boiando, sem contar o mal cheiro d'agua, casas sendo construídas em reservas naturais sem respeitar o meio ambiente, a exploração do turismo nas reservas fechadas sem controle ou planejamento.
Entendam, não sou contra o crescimento, tecnologia e nem com a boa vida que muitos podem ter, estou simplesmente mostrando que a exploração do turismo trás beneficio para uns e problemas para toda a cidade, onde somente conseguem sobreviver a esse mundo de luxuria as pessoas que exploram e ganham muito dinheiro e detém fama e poder e os demais continuam cada vez mais pobres e sobrevivendo sabe-se como, muitos continuam morando nas encostas, nos morros, não tem condução, não tem onibus, falta alimentação, saúde e educação sem qualidade, tudo porque a ganância e irresponsabilidade em explorar o turismo de forma desrespeitosa, sem controle, trazendo prejuízos irreversível ao meio ambiente e momentos de transtorno sem paz para com seus moradores, sem pensar no crescimento sustentável.
Serjão A. Moreira
Brasileiro Casado 39 anos 12052-071 Taubaté - SP Telefone contato: 8148-9176 e-mail -serjao_moreira@yahoo.com.br /stremas.consultoria@hotmail.com Faculdade de Administração de Empresas – ITES (concluído 2008) MBA em Gestão de Estratégia de Negócios (conclusão Jul/ 2010) Técnico em Segurança do Trabalho – SENAC Técnico Meio Ambiente – FATEA
03/11/2010
29/10/2010
Mitos e verdades sobre MBA no exterior
Pretende fazer algum MBA no exterior? Veja o que é verdade e o que é mentira para ingressar nessa modalidade de pós-graduação
Pós-graduação é ferramenta importante para a atualização de profissionais
Canadá oferece bolsas de pós-graduação
Faz pós-graduação? Saiba que você pode estagiar! Qual é a pessoa que não quer ter uma formação mais capacitada? Através de uma boa preparação e qualificação, o caminho para conquistar uma oportunidade de emprego ou aquela tão sonhada promoção aumenta consideravelmente.
Quando se trata da área da Administração, muitos jovens executivos e graduados nutrem o sonho de cursar um MBA (Master of Business Administration) em excelentes escolas de negócios. Os MBAs no exterior são ainda os mais visados e enchem os olhos de muitos estudantes e formados na área.
Porém, existem alguns mitos sobre o assunto que impedem profissionais de batalharem seu espaço em instituições estrangeiras. Para retirar essas dúvidas, a Vivianne Wright, sócia da MBA House, escola preparatória para exames internacionais como GMAT e TOEFL com sede em São Paulo e Nova York, revela alguns mitos ou verdades sobre o tema. Veja:
MBA no exterior só é possível quando a empresa patrocina.
Mito: Atualmente, a fatia de mercado de alunos de MBA 100% patrocinados por empresas é de menos de 6%. A maioria dos alunos de MBA está lá fora com um mix de recursos próprios e de financiamento de bancos internacionais conveniados com a escola.
A proporção é de mais ou menos 20/80 por cento. "Mesmo empresas com histórico de patrocínio de seus funcionários em escolas de MBA estão preferindo contratações de alunos que já estão nesses cursos", diz Vivianne Wright, professora e sócia da MBA House. "Essa prática diminuiu nos últimos anos principalmente durante a última crise", completa.
Financiamentos de MBA em escolas estrangeiras são muito difíceis de conseguir.
Mito: Quando o financiamento está difícil de ser adquirido pelo aluno por meio do banco, ele poderá conseguir financiamento da própria escola em que for admitido. "Tornar-se aluno é garantia certa de conseguir financiamento", explica Vivianne. Algumas pessoas acreditam que o financiamento só sai com avalista, o que não é verdade. "O fato é que quanto mais garantias (como um avalista do país onde o aluno vai cursar a escola) for oferecida ao banco, melhor serão as condições de negociação dos juros, que giram entre 8 a 10% ao ano".
As regras de financiamento para cursar MBA são as mesmas de qualquer mercado, porém o aluno terá como "avalista" a escola em que entrou. "Isso deixa seu caminho bem mais suave para consegui-lo e pagá-lo depois". Já em escolas de segunda linha, algumas garantias serão sim pedidas como avalista residente no país e o pagamento de juros maiores ou até adiantamento de parte dele.
Os financiamentos só são liberados por bancos internacionais.
Verdade: Não há nenhum banco brasileiro que tenha linhas competitivas de financiamento para os MBAs internacionais. "A tendência para o futuro é o aluno guardar boa parte dos seus recursos para pagar o curso e depender menos de financiamentos em bancos estrangeiros", finaliza Vivianne.
É necessário inglês fluente para conseguir passar no TOEFL
Mito: claro que para quem tem inglês fluente, o Toefl será mais fácil, inclusive para alcançar as notas pedidas pelas escolas mais difíceis. Porém, ao fazer cursos preparatórios, o aluno terá uma melhoria significativa em seu inglês. "O Toefl tem um inglês técnico. O mesmo acontece com o GMAT na parte verbal, ou seja, tanto o aluno precisa aprender o inglês técnico definido para esses testes", explica Vivianne. "Muitas vezes, alunos que trabalham com pessoas que falam inglês acreditam ter bom domínio da língua, mas passam longe de saberem realmente de forma mais acadêmica, e nem por isso deixa de ter êxito em negociações", completa.
As melhores universidades lá fora só aceitam quem tem bom histórico escolar no Brasil.
Mito: Para isso serve o GMAT, pois seria impossível saber se bom desempenho de um aluno foi pela sua qualidade ou porque a escola que cursou era fraca. "Claro que certas escolas de graduação são conhecidas pelos MBAs (POLI, GV, USP) e elas já indicam que foi cursada uma boa escola no Brasil", explica Vivianne.
Dependendo do país, não é fundamental falar a língua local.
Verdade: Não precisa ser fluente na língua do país para o qual o aluno vai seguir. Porém, a escola vai exigir que ele faça o curso da língua local durante todo seu MBA.
Pós-graduação é ferramenta importante para a atualização de profissionais
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Faz pós-graduação? Saiba que você pode estagiar! Qual é a pessoa que não quer ter uma formação mais capacitada? Através de uma boa preparação e qualificação, o caminho para conquistar uma oportunidade de emprego ou aquela tão sonhada promoção aumenta consideravelmente.
Quando se trata da área da Administração, muitos jovens executivos e graduados nutrem o sonho de cursar um MBA (Master of Business Administration) em excelentes escolas de negócios. Os MBAs no exterior são ainda os mais visados e enchem os olhos de muitos estudantes e formados na área.
Porém, existem alguns mitos sobre o assunto que impedem profissionais de batalharem seu espaço em instituições estrangeiras. Para retirar essas dúvidas, a Vivianne Wright, sócia da MBA House, escola preparatória para exames internacionais como GMAT e TOEFL com sede em São Paulo e Nova York, revela alguns mitos ou verdades sobre o tema. Veja:
MBA no exterior só é possível quando a empresa patrocina.
Mito: Atualmente, a fatia de mercado de alunos de MBA 100% patrocinados por empresas é de menos de 6%. A maioria dos alunos de MBA está lá fora com um mix de recursos próprios e de financiamento de bancos internacionais conveniados com a escola.
A proporção é de mais ou menos 20/80 por cento. "Mesmo empresas com histórico de patrocínio de seus funcionários em escolas de MBA estão preferindo contratações de alunos que já estão nesses cursos", diz Vivianne Wright, professora e sócia da MBA House. "Essa prática diminuiu nos últimos anos principalmente durante a última crise", completa.
Financiamentos de MBA em escolas estrangeiras são muito difíceis de conseguir.
Mito: Quando o financiamento está difícil de ser adquirido pelo aluno por meio do banco, ele poderá conseguir financiamento da própria escola em que for admitido. "Tornar-se aluno é garantia certa de conseguir financiamento", explica Vivianne. Algumas pessoas acreditam que o financiamento só sai com avalista, o que não é verdade. "O fato é que quanto mais garantias (como um avalista do país onde o aluno vai cursar a escola) for oferecida ao banco, melhor serão as condições de negociação dos juros, que giram entre 8 a 10% ao ano".
As regras de financiamento para cursar MBA são as mesmas de qualquer mercado, porém o aluno terá como "avalista" a escola em que entrou. "Isso deixa seu caminho bem mais suave para consegui-lo e pagá-lo depois". Já em escolas de segunda linha, algumas garantias serão sim pedidas como avalista residente no país e o pagamento de juros maiores ou até adiantamento de parte dele.
Os financiamentos só são liberados por bancos internacionais.
Verdade: Não há nenhum banco brasileiro que tenha linhas competitivas de financiamento para os MBAs internacionais. "A tendência para o futuro é o aluno guardar boa parte dos seus recursos para pagar o curso e depender menos de financiamentos em bancos estrangeiros", finaliza Vivianne.
É necessário inglês fluente para conseguir passar no TOEFL
Mito: claro que para quem tem inglês fluente, o Toefl será mais fácil, inclusive para alcançar as notas pedidas pelas escolas mais difíceis. Porém, ao fazer cursos preparatórios, o aluno terá uma melhoria significativa em seu inglês. "O Toefl tem um inglês técnico. O mesmo acontece com o GMAT na parte verbal, ou seja, tanto o aluno precisa aprender o inglês técnico definido para esses testes", explica Vivianne. "Muitas vezes, alunos que trabalham com pessoas que falam inglês acreditam ter bom domínio da língua, mas passam longe de saberem realmente de forma mais acadêmica, e nem por isso deixa de ter êxito em negociações", completa.
As melhores universidades lá fora só aceitam quem tem bom histórico escolar no Brasil.
Mito: Para isso serve o GMAT, pois seria impossível saber se bom desempenho de um aluno foi pela sua qualidade ou porque a escola que cursou era fraca. "Claro que certas escolas de graduação são conhecidas pelos MBAs (POLI, GV, USP) e elas já indicam que foi cursada uma boa escola no Brasil", explica Vivianne.
Dependendo do país, não é fundamental falar a língua local.
Verdade: Não precisa ser fluente na língua do país para o qual o aluno vai seguir. Porém, a escola vai exigir que ele faça o curso da língua local durante todo seu MBA.
28/10/2010
Conheça Melhor sua Região o Vale do Paraíba
Tenho citado em minhas postagens sobre o Turismo Rural uma das mais belas formas de prestigiar esse lado tão pouco explorado em nosso país enorme, onde todos querem realizar viagens para o Sul, Nordeste, Norte, Centro Oeste e etc, querem conhecer o litoral Nordestino e as Serras Gaúchas, claro também tenho esse desejo, só ainda não tenho a situação financeira desejada para realizar esse sonho, mas ainda terei, mas à algum tempo comentei com a minha esposa sobre uma idealização, para não ficar preso em casa nos finais de semana esperando a Segunda feira para começar tudo novamente, daí espera se chegar o sábado e o domingo para ficar deitado na cama como se fosse um gatão de armazém, podíamos planejar e montar uma estratégia financeira não muito pesada, para conhecer primeiramente a região onde moramos, O Vale do Paraíba, é tão bela e cheia de atrações, temos tudo que precisamos, praias lindas, paisagens maravilhosas da Serra da Mantiqueira com sua vegetação densa e diversificadas, áreas rurais com cachoeiras, pesqueiros, hotel fazenda e pousadas que nos proporcionam dias de Reis, faz nos esquecermos da vida agitada da cidade, da correria que vivemos para com horário para entrar no serviço, pegar filho na escola, almoçar e tempo para realizar uma atividade física e de estudar sempre para nunca ficar desatualizado no emprego correndo risco de perde-lo caso não sujeite a esse tempo louco.
Se pegarmos o Mapa do Vale do Paraíba e traçarmos nosso roteiro turístico teríamos divertimento, paz, tranquilidade durante os 12 meses do ano, é claro que não vamos fazer isso todos os finais de semana, mas sim uma vez por semana tire um final de semana para conhecer uma cidade turística da ponta do mapa do Vale do Paraíba (Estado de São Paulo) e encerrando na outra extremidade com divisa com o Rio de Janeiro, iria se satisfazer com tantas informações, paisagens, culturas, variedades e costumes de cada cidade, antes de sair de casa entre na Internet procure conhecer os costumes e tradições de cada cidade do Vale, o que ela pode oferecer de lazer, sua gastronomia, suas pousadas, seus pontos de maior atrações ao Público.
Tem outra coisa, será que conhecemos os pontos turísticos da nossa própria cidade, tenho certeza que não, por preguiça e comodismo, dormimos até o sol bater na bunda, acordamos tarde preocupados qual será o cardápio do almoço, almoçamos e corremos para cama para tirar um sono gostoso, não que isso não seja bom, claro que é, mas a vida esta passando a cada dia que se passa não volta mais, a cada minuto que passou não volta mais e o que estamos esperando para fazer isso, depois que Deus me livre, tirar um ente querido, descobrir que esta doente, depois que se aposentar daí sim vou ter tempo de sobra para realizar o que nunca fiz, depois de 6 meses aposentado adoece e morre...
Gente temos tudo isso ao nosso lado e na frente, esperando para ser buscado e resgatado, as vezes sem ter muito gasto, basta ter vontade, gastamos dinheiro com tanta coisa sem necessidades, com remédios, pelas várias vezes no mês que vamos ao super mercados.
Não existe privilégio maior do que morar nesse santuário que é o Vale do Paraíba, vamos explora-lo de maneira consciente e responsável, sem danifica-lo para deixar para os próximos que vão habita-lo.
Pense nisso....
Serjão A. Moreira
Se pegarmos o Mapa do Vale do Paraíba e traçarmos nosso roteiro turístico teríamos divertimento, paz, tranquilidade durante os 12 meses do ano, é claro que não vamos fazer isso todos os finais de semana, mas sim uma vez por semana tire um final de semana para conhecer uma cidade turística da ponta do mapa do Vale do Paraíba (Estado de São Paulo) e encerrando na outra extremidade com divisa com o Rio de Janeiro, iria se satisfazer com tantas informações, paisagens, culturas, variedades e costumes de cada cidade, antes de sair de casa entre na Internet procure conhecer os costumes e tradições de cada cidade do Vale, o que ela pode oferecer de lazer, sua gastronomia, suas pousadas, seus pontos de maior atrações ao Público.
Tem outra coisa, será que conhecemos os pontos turísticos da nossa própria cidade, tenho certeza que não, por preguiça e comodismo, dormimos até o sol bater na bunda, acordamos tarde preocupados qual será o cardápio do almoço, almoçamos e corremos para cama para tirar um sono gostoso, não que isso não seja bom, claro que é, mas a vida esta passando a cada dia que se passa não volta mais, a cada minuto que passou não volta mais e o que estamos esperando para fazer isso, depois que Deus me livre, tirar um ente querido, descobrir que esta doente, depois que se aposentar daí sim vou ter tempo de sobra para realizar o que nunca fiz, depois de 6 meses aposentado adoece e morre...
Gente temos tudo isso ao nosso lado e na frente, esperando para ser buscado e resgatado, as vezes sem ter muito gasto, basta ter vontade, gastamos dinheiro com tanta coisa sem necessidades, com remédios, pelas várias vezes no mês que vamos ao super mercados.
Não existe privilégio maior do que morar nesse santuário que é o Vale do Paraíba, vamos explora-lo de maneira consciente e responsável, sem danifica-lo para deixar para os próximos que vão habita-lo.
Pense nisso....
Serjão A. Moreira
26/10/2010
Um sonho que nasce no Interior
Fiquei alguns minutos conversando com Sr. Guimarães da pousada Guimanna, foi o suficiente para despertar um interesse em ajudar essas pessoas que dependem do turismo rural para sobreviver e desenvolver, e eu que também estou procurando um espaço como profissional, pois sou Formado em Administração de Empresa, com pós Graduação em Gestão de Estratégia de Negócios e continuo atuando na área da Industria como Técnico em Segurança do Trabalho, não que eu não goste dessa área, são treze anos de muita luta, conquistas, satisfações, alegrias, também tive muita decepção com esta a área ela é muito injustiça, pouca valorizada, muito criticada, difícil crescimento, muito cobrança, por isso busquei outra formação para executar uma atividade diferente que proporcione prazer e satisfação de desenvolve-la, adoro administrar cuidar da parte burocrática, resolver problemas, analisar, avaliar dar ideias. Dar ideia, essa é a palavra que estava faltando, os minutos que conversei com Sr. Guimarães foram fluindo ideias de como melhorar o turismo da cidade de forma e maneira sustentável com a participação da população, dos donos de fazendas e sítios e dos políticos é claro, pois são eles os principais interessados nos resultados da aceitabilidade do projeto.
Comecei a falar de como se pode melhorar a captação de renda sem muito gasto, da gastronomia da cidade que tem uma deficiência enorme, desde muito tempo, senti naquele momento que dominava o assunto com uma facilidade enorme, é claro que não tenho toda essa bagagem e nem experiência no assunto, mas vou me dedicar em aprender, estudar, pesquisar, fazer cursos, quero saber tudo que for necessário para ajudar no Turismo Rural de forma responsável e sustentável, fazer que as pessoas da zona rural consiga tirar o seu sustento das coisas simples que ela prepara no fogão de lenha, do artesanato feito de matéria prima retirada da natureza, mostre aos turistas de onde vem seu alimento, como plantar, cuidar da terra e ganhe um dinheiro vendendo suas verduras colhidas na hora fresquinhas.
Com isso vai aumentar auto estima, renda e condições de vida das pessoas que vivem no campo, evitando também a fuga dos mais jovens para a cidade por falta de opção de emprego na roça e na cidade, muitos saem da sua zona de conforto da rocinha para tentar a vida na cidade grande as vezes sem motivação, somente para ganhar um dinheiro e ajudar sua família que ficou lá com dificuldade, muitos obtém o sucesso e existem muitos que retornam, pois não conseguem se adaptar a rotina da cidade grande.
Quero sim ajudar as cidades das áreas Rurais e melhorar suas condições, já me decidi o meu artigo para Pós Graduação será sobre o turismo rural e estou pesquisando mais para desenvolver um projeto para as cidades que queiram e tem interesse no Turismo Rural.
Comecei a falar de como se pode melhorar a captação de renda sem muito gasto, da gastronomia da cidade que tem uma deficiência enorme, desde muito tempo, senti naquele momento que dominava o assunto com uma facilidade enorme, é claro que não tenho toda essa bagagem e nem experiência no assunto, mas vou me dedicar em aprender, estudar, pesquisar, fazer cursos, quero saber tudo que for necessário para ajudar no Turismo Rural de forma responsável e sustentável, fazer que as pessoas da zona rural consiga tirar o seu sustento das coisas simples que ela prepara no fogão de lenha, do artesanato feito de matéria prima retirada da natureza, mostre aos turistas de onde vem seu alimento, como plantar, cuidar da terra e ganhe um dinheiro vendendo suas verduras colhidas na hora fresquinhas.
Com isso vai aumentar auto estima, renda e condições de vida das pessoas que vivem no campo, evitando também a fuga dos mais jovens para a cidade por falta de opção de emprego na roça e na cidade, muitos saem da sua zona de conforto da rocinha para tentar a vida na cidade grande as vezes sem motivação, somente para ganhar um dinheiro e ajudar sua família que ficou lá com dificuldade, muitos obtém o sucesso e existem muitos que retornam, pois não conseguem se adaptar a rotina da cidade grande.
Quero sim ajudar as cidades das áreas Rurais e melhorar suas condições, já me decidi o meu artigo para Pós Graduação será sobre o turismo rural e estou pesquisando mais para desenvolver um projeto para as cidades que queiram e tem interesse no Turismo Rural.
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